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Porque orientar seu cliente a não deixar os imóveis na Pessoa Física?

Tempo de leitura: 4 minutos

Prezado Colega, faça uma pesquisa em seu rol de clientes e descubra se você conhece:

Quem possui mais de 1 imóvel?

Quem possui renda de imóvel alugado?

Quem é empresário?

Se você responde SIM a pelo menos 2 questões acima, este artigo é pra você.


Olá, Marcio Nobre do Planejador Jurídico, Tudo ótimo?

É muito comum no Brasil as pessoas adquirirem e manterem  imóveis em nome próprio, na pessoa física. Fiz uma pesquisa com meus clientes e descobri que os motivos daqueles que mantêm seus imóveis na pessoa física é por entenderem ser mais simples a operação de compra e venda, sua administração não precisar de terceiros como contador por exemplo, e por ser tradição sempre comprarem em nome da pessoa física ao invés de abrir uma empresa para isso.

Continuando a pesquisa os indaguei:

Planejador Jurídico: O Sr. aluga esses imóveis? Clientes: sim, lógico, não podem ficar parados. PJ: Sobre a receita do aluguel o Sr. paga imposto? Quanto? C: Sim, pago quase a alíquota máxima de 27,5% de Imposto de Renda. PJ: O Sr. sabia que se estes imóveis estivessem em uma Empresa, é possível pagar somente de  11,33% até 12,53% no máximo  de Impostos? C: … Não sabia!

Este é apenas um dos pontos a considerar os motivos pelos quais não vale à pena manter o imóvel na pessoa física, a tributação!

A tributação da receita do aluguel na pessoa física deve obedecer a tabela progressiva do IRPF e como sabemos é muito fácil atingir a alíquota máxima de 27,5%.

Veja abaixo quais os valores de renda e alíquotas de tributação do IR na pessoa física no exemplo de R$ 20.000,00:

Para simulação de valores, acesse diretamente o link da Receita Federal clicando aqui.

Enquanto que em uma empresa, com tributação pelo Lucro Presumido chegamos ao máximo de 12,53% considerando todos os impostos (Pis, Cofins, IRPJ, CSLL e AIR).

No mesmo exemplo acima, o total máximo a ser recolhido pela empresa seria de R$ 2.506,00 gerando uma economia mensal de aproximadamente 45% no Imposto de Renda.

Esta é um procedimento legal, permitido pelo fisco mas que é ignorado por muitos empresários por estarem focados em seus negócios, não tendo tempo hábil para estudar as alternativas, cabendo ao profissional contábil ou advogado a apresentação destas soluções que geram valor aos serviços prestados e geram economia de caixa aos seus clientes, oportunizando outros investimentos aos negócios de ambos.

Este é apenas um exemplo de como você pode gerar valor ao seu cliente e lucrar com isso, tendo um trabalho diferenciado em seu escritório, não dependendo apenas do contencioso para você que é Advogado e ou apenas dos serviços de contabilidade tradicional a você que é Contador.

Estas e outras formas de assessoria você consegue aprender de forma prática em nosso curso de Planejador Jurídico no qual poderá ter muito mais serviços a oferecer aos seus clientes, aumentando significativamente o seu faturamento.

Neste curso você irá aprender:

CURSO PRÁTICO: Como montar uma estrutura de Holdings com Planejamento Sucessório, Tributário e Proteção do Patrimônio!

Tudo junto e misturado – prático do início ao fim.

  1. O que é uma Holding Mãe?

  2. Modelo de Contrato Social

  3. Formação do Capital Social

  4. Formulários

  5. ITBI

  6. Como evitar o ITBI

  7. Como obter a Guia de Não Incidência do ITBI junto à Prefeitura

  8. Tributação dos imóveis – Cálculos: a. Sobre Aluguéis: i – Pis e Cofins ii – IRPJ, CSLL e Adicional de Imposto de Renda b. Sobre Venda i – Pis e Cofins ii – IRPJ, CSLL e Adicional de Imposto de Renda c. Tributação de Serviços i – Pis e Cofins ii – IRPJ, CSLL e Adicional de Imposto de Renda iii – ISS

  9. Planejamento Sucessório

  10. O que são mini Holdins

  11. Formação da mini Holding

  12. Modelo de Contrato Social Mini Holding

  13. Doação das Quotas com Reservas

  14. Base de Cálculo do ITCMD

  15. Reduzindo drasticamente a tributação sobre sucessões em todas as gerações futuras

  16. Declaração do Imposto de Renda dos Sócios e Sucessores

  17. Saída dos Bens do Titular para a Holding Mae

  18. Entrada das Quotas da Holding Mae no titular

  19. Saída das quotas do Titular para as Mini Holdins

  20. Entrada das quotas da Mini Holdings nos sucessores

  21. Modelo de Proposta da Assessoria para criar a Holding e Planejamento Sucessório;

  22. Como calcular os Honorários;

  23. Modelo de Contrato de Prestação de Serviços;

  24. Participar de Grupo Secreto no Facebook Planejadores Jurídicos para interação dos alunos e tirar dúvidas.

Clique aqui e seja um Planejador Jurídico!

Gratidão pela leitura!

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